
Tipos de cefaleia (dor de cabeça): principais causas
As cefaleias são muito comuns, mas cada tipo tem suas particularidades. Entenda as diferenças e saiba quando se preocupar.
Uma nova esperança surge no campo da imunoterapia contra o câncer: cientistas desenvolveram um “nanoveículo furtivo” camuflado por células do próprio corpo para atacar tumores de forma precisa e com potencial para evitar a recorrência e metástase. O estudo, publicado recentemente em revista científica de alto impacto, está sendo considerado uma revolução na busca pela cura do câncer.
Mas o que exatamente foi descoberto? E por que isso pode mudar o futuro do tratamento do câncer maligno? Vamos explicar.
Trata-se de uma estrutura minúscula — nanopartículas feitas de albumina e carregadas com medicamentos — camuflada por neutrófilos, células do sistema imunológico. Isso permite que o nanoveículo circule “escondido” no sangue, evitando ataques do sistema imune e se direcionando com precisão ao tumor.
A estratégia stealth, inspirada em tecnologias militares, é possível graças a uma proteína chamada CD11b, que atrai os neutrófilos para o local do tumor, principalmente após cirurgias, quando o corpo está em estado inflamatório.
A arma secreta dessa tecnologia é a piroptose — um tipo de morte celular inflamatória. Ao chegar ao tumor, o nanoveículo libera uma substância chamada decitabina, que prepara as células tumorais para esse tipo de morte. Em seguida, com a ajuda de um laser de baixa intensidade, ativa-se a caspase-3, que desencadeia a piroptose.
O resultado?
O estudo foi feito em camundongos com câncer de mama triplo-negativo — um dos tipos mais agressivos e difíceis de tratar. Os resultados foram surpreendentes:
A piroptose é um tipo especial de morte celular programada, diferente da apoptose. Nela, a célula “explode”, liberando substâncias que atraem o sistema imunológico. Essa explosão é como um alarme — e pode ser uma estratégia poderosa para transformar tumores “silenciosos” em alvos visíveis para as células de defesa.
É importante lembrar que os testes foram feitos em laboratório e com animais. Ainda não há estudos em humanos, e muitas etapas precisam ser superadas antes que essa tecnologia chegue aos hospitais.
Mesmo assim, o estudo representa um avanço concreto e criativo na luta contra o câncer, com potencial para tratar tumores difíceis de forma mais eficaz e menos invasiva.

As cefaleias são muito comuns, mas cada tipo tem suas particularidades. Entenda as diferenças e saiba quando se preocupar.

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